quinta-feira, 22 de agosto de 2013

10 ALIADOS DA MEMÓRIA

A falta de cuidado com a alimentação pode comprometer a atividade cerebral. Para que o esquecimento não seja o prato do dia, dizemos-lhe o que não pode falhar na sua ementa




Antioxidantes

Já sabemos que ajudam a combater os radicais-livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce. O que muitas vezes nos falta é saber a forma mais natural de ingeri-los. Vegetais, chá verde ou frutos vermelhos, como framboesas e groselhas, são ótimas opções. Estes frutos não só concentram muita vitamina C (mais do que a laranja ou o quivi), mas também ativos que potenciam o efeito antioxidante e melhoram a oxigenação do cérebro.


Água

O corpo humano é constituído por 70% de água, que, em constante movimento, hidrata, lubrifica, transporta nutrientes, elimina toxinas, entre outros benefícios. Assim, é importante renovarmos a água do nosso organismo, inclusivamente para o bom funcionamento dos neurónios.
Beba-a independentemente da sede, mesmo fora das refeições. Além de essencial para a memória, ajudará a evitar a desvitalização dos cabelos, obstipação, distúrbios de concentração ou problemas de sono.
Uma dica: quanto mais escura for a sua urina, mais água necessitará de beber.


Vitamina b

Mais concretamente, colina, um nutriente que faz parte do complexo B, que é essencial para o desenvolvimento cerebral e está diretamente relacionado com as funções da memória. Por isso, trate de reorganizar o seu menu semanal e de incluir alimentos como a gema de ovo ou os bifes de fígado. Sem colina, a memória e capacidade de aprendizagem ficam comprometidas.



Magnésio

Especialistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA, garantem que o magnésio – em falta muitas vezes nas mulheres – combate os lapsos de memória associados ao envelhecimento e melhora a capacidade de aprendizagem. As nozes são uma boa opção, porque, além de magnésio, contêm ómega 3.


Ginkgo Biloba

Originária do Sudeste da China, a ginkgo pertence à família mais antiga de árvores conhecidas pelo seu potencial terapêutico.
Os extratos de folhas, que poderá adquirir em ervanárias ou farmácias, potenciam a ação antioxidante e revelam-se benéficos aos níveis de concentração e memória. Quanto mais envelhecemos, mais os seus extratos devem ser ingeridos durante longos períodos.


Proteína e Ferro

Rica em ferro, a carne vermelha é um verdadeiro ‘dois em um’, pois aporta também proteínas, que intervêm nas reações químicas do cérebro. Fica apenas uma dica: não associe ao ferro vitamina C, pois oxida.


Zinco

É um oligoelemento habitualmente presente nos frutos do mar que ajudam a favorecer a memorização. Os camarões, especialmente aqueles que são originários de mares frios, são uma boa opção, se procura impulsionar as suas capacidades mentais.


Ómega 3 e cálcio


Esta gordura ‘boa’ encontrada em peixes e nozes é importante na preservação das membranas dos neurónios. A sardinha, a cavala e o arenque são boas escolhas se pretende dotar-se tanto de ómega 3 como de cálcio, alimentos relevantes sobretudo para a memória a longo termo.


Fonte: "Revista Activa"

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Hidratos de carbono, colesterol & afins...

GORDURAS E ÓLEOS...

As gorduras são nutrientes vitais...Elas saciam mais do que os hidratos de carbono, dão-lhe a sensação de estar mais cheio e ajudam-no a comer menos.

Exemplo disso são algumas das dietas que se tornaram agora mais conhecidas, como a "Dieta dos 31 dias" da nutricionista Ágata Roquette, da dieta Dukan, etc...

As gorduras dividem-se maioritariamente em 3 grupos: gorduras, monoinsaturadas e polinsaturadas e gorduras saturadas - manteiga, banha e óleos vegetais - são uma combinação destes três tipos.

O quarto tipo de gordura, a trans, é obtida atravéz do processamento de óleos líquidos vegetais com hidrogénio. É de longe a mais nociva, pois eleva o nível do LDL (o mau colesterol).

MARGARINAS E CREMES CULINÁRIOS






As margarinas são feitas de óleos vegetais. è geralmente pobre em gordura saturada e isenta de colesterol. Prefira as margarinas que contenham a denominação "sem ácidos gordos trans".

ex.: margarina Vaqueiro "sem gorduras hidrogenadas"

Os cremes culinários são constituídos por óleos vegetais hidrogenados - portanto, ácidos gordos "trans". Usados essencialmente em pastelaria e nas frituras, devem ser usados com moderação ou evitados.

ÓLEOS VEGETAIS

A maioria dos óleos vegetais contém cerca de 120 calorias por colher de sopa e é isento de sódio e colesterol. São ricos em gorduras polinsaturadas e ácidos gordos ómega.

A melhor opção é o óleo de girassol - rico em gordura polinsaturada e vitamina E. Ajuda a regular o intestino. Consumido de forma moderada ajuda a manter o colesterol total dentro dos níveis normais. Pode ser aquecido a 200 graus.

Também o óleo de milho - também rico em gordura polinsaturada e monoinsaturada, contém ómega 6. Protege as artérias e melhora o sistema imunológico, ajudando também a melhorar o nível de colesterol.

óleo de canola (*)
Já o óleo de canola, de que tanto bem se fala...Consta que é uma fraude alimentar. Produzido a partir da variação transgénica da planta colza, contém uma substância tóxica. E o único benefício que podem trazer é certamente à "indústria alimentar" e não ànossa saúde.

Nota: não reutilize um óleo para fritura. Aquecidos, os óleos decompõem-se e originam compostos nefastos (nitrosaminas) e ficam rançosos.

AZEITE

O azeite obtido através da pressão das azeitonas, pode variar na cor, no sabor e acidez, contudo as diferentes variedades são idênticas do ponto de vista nutricional.

O azeite é constituído por 14% de saturados, 77% de monoinsaturados e 9% de polinsaturados. Uma colher de sopa contém cerca de 10% das necessidades diárias de vitamina E.


O azeite extravirgem, que é obtido por pressão a frio pode saber muito bem mas, o seu sabor pode adulterar-se se o usar para saltear alimentos. Reserve-o para temperar a frio, já para cozinhar prefira um azeite virgem puro. Uma colher de sopa de azeite contém aprox. 119 calorias.

Quando comprar procure no rótulo as expressão "pressão a frio", isso significa que o calor não foi usado e o azeite mantém o seu verdadeiro sabor.

(*) imagem Google
Bibliografia: O guia de Calorias, Hidratos de Carbono e colesteraol - de Martha Schueneman, escritora contribuidora do Reader's Digest.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

PETISCOS



Aqui fica a sugestão para um final do dia.....
O Restaurante e peixaria moderna Sea Me, no Bairro Alto, abriu um quiosque no novo passeio da Ribeira das Naus, entre o Cais do Sodré e o Terreiro do Paço, com uma esplanada mesmo à beirinha do Tejo.

SEA ME BY THE RIVER

Na versão Sea Me by the river, provam-se petiscos que podem surpreender: casos de um hambúrguer de salmão e choco em caco de alfarroba (6,5€) - que teve muita adesão no festival Peixe em Lisboa, contam-nos - ou um "hot dog" de marisco (4,5€), além de sopa de peixe, empadas (também de peixe, claro - a 1,50€) ou saladas (de polvo, de bacalhau, desde 5€). A acompanhar, além da imperial (1,50€) ou de vinho a copo (2/3€), sugere-se também vinho verde da casa, produção minhota com chancela Sea Me.








domingo, 18 de agosto de 2013

ALFACE

É fresquinha, faz bem à saúde e não engorda. Muito versátil, a alface pode fazer parte do seu menu em saladas, sopas e em deliciosas entradas. Aproveite ao máximo os seus benefício


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A alface é constituída maioritariamente por água (95%), é rica em sais minerais e vitaminas, nomeadamente cálcio, ferro, fósforo, iodo, magnésio, sódio, cobre, zinco e potássio, vitaminas A, B e C. Em termos calóricos, é ideal para quem esteja de dieta, já que 100 gramas têm apenas cerca de 16 calorias. Outro dos benefícios para a saúde é ter uma substância chamada lactucário, que lhe dá propriedades sedativas e calmantes.



Lavar e conservar
Deve lavar muito bem a alface, já que, como cresce no solo, traz sempre muita terra entre as suas folhas. Retire as folhas e ponha-as de molho em água fresca agitando para ajudar a sair a areia. Tire as folhas e mude a água pelo menos duas vezes ou até não haver vestígios de areia no fundo do recipiente. A seguir seque bem as folhas numa centrifugadora de saladas ou deixe-as sobre um pano de cozinha até ficarem secas.
Pode guardá-las no frigorífico entre três e cinco dias. Convém ficarem num saco de plástico com zip. Antes, enrole-as suavemente em papel de cozinha. Coloque-as longe de maçãs, bananas e pêras, frutos que libertam gás etileno, provocando o aparecimento de manchas amarelas e o apodrecimento rápido da alface.

Cultive-a em casa
Se tem um jardim, pode tentar cultivá--la em canteiros. Não é difícil. O principal requisito é a humidade constante do solo. Para semear, coloque duas a três sementes em pequenas covas separadas por cerca de 25cm. Em menos de duas semanas começam a germinar. Desbaste-as quando tiverem meia-dúzia de folhas.

           

Como escolher
Ao comprar, escolha as de cor brilhante e sem marcas de picadas de insectos. As folhas devem estar firmes e consistentes, não moles. Evite comprá-las molhadas, pois podem ter sido borrifadas pelos comerciantes para ficarem com um aspecto mais fresco.

As diferentes variedades

Alface roxa: Além de poder ser usada na decoração de vários pratos, tem um valor nutricional superior à verde, nomeadamente antioxidantes.

Alface americana: É especialmente boa para colocar em hambúrgueres, porque tem folhas crocantes e resiste bem ao calor.


Alface romana: Muito verde, possui folhas compridas, ovaladas e lisas.
Pode ser consumida como salada ou cozida. É uma boa opção para a Salada César, por exemplo.


Alface icebergue: Verde no exterior e esbranquiçada por dentro, tem um sabor doce e bastante suave.



Alface crespa: Tem folhas amplas e muito encaracoladas, que podem ser verdes ou vermelhas, e um sabor delicado e crocante




Fonte: "Revista Activa"